Saulo Novaes compartilha:"Não se faz coaching a partir da perfeição. Faz-se a partir de nossas feridas. O que nos torna bons coaches não é o fato de não termos dificuldades ou problemas. Mas sim, o fato de reconhecermos a existência dos problemas e a necessidade de ajuda para enfrentá-los e resolvê-los. O que nos torna bons coaches é a competência em pedir ajuda, em declarar dificuldades, em reconhecer juízos limitantes, em enfrentar nossos medos, em enfrentar nossa imaturidade emocional, nossa dificuldade em resolver os 'restos de vida'. Enfim, em despir-nos da prepotência e do orgulho e criarmos uma nova lógica relacional, baseada na cooperação, na colaboração, na sustentabilidade, na paz. É porque somos profundamente imperfeitos que nos é possível entender e trabalhar com a imperfeição. Nossas feridas são bússolas muito eficazes, quando se trata de fazer coaching."
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